terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Reunião Fevereiro 2018

No dia 07 de fevereiro, quarta-feira, das 9h00 às 12h00, a Rede Butantã se reúne inicialmente - as 9h00 pontualmente! - no empreendimento Reserva Raposo, às 10h00 a reunião, que tem este empreendimento em sua pauta começa na ETEC Raposo Tavares (Rua Cachoeira Poraquê, 326 - Km. 19 da Rodovia Raposo Tavares). Além de conversar sobre temas diretamente ligados ao Distrito Raposo Tavares, serão tratadas questões relativas a organização da própria RB e também da regiãao, como as eleições para o CADES/Bt.

Reunião Extraordinária em Janeiro - Organização do ano

Reunião Extraordinária Rede Butantã
17/janeiro/2018 – 17h00
Pauta: Organização da Rede
15 participantes

- Breve histórico da Rede Butantã
- Avaliação 2017 –
·         Eleições Conselho Participativo Municipal (processo tumultuado e com dificuldades de participação. Falta de informação, votos invalidados, distritos sem cinco conselheiros.
·         Relação com Prefeitura Regional bastante tensa. Qualquer coisa que venha da Rede Butantã é mal recebida. Mesmo o Conselho Participativo teve dificuldade em ter resposta a suas solicitações e questionamentos. A Prefeitura Regional não responde à ofícios. Busca de espaços na mídia, que dão maior resultado.
·         Já tivemos dificuldades e conflitos com outros subprefeitos em outras gestões, inclusive na anterior, no entanto, o que choca nesta gestão é a truculência. Relatos de casos de servidores  que estão expostos a situações de assédio moral são frequentes.
·         Situação do Sapé – Tivemos ação bastante forte inclusive com publicação de texto a respeito no Jornalistas livres - https://jornalistaslivres.org/2017/12/situacao-do-parque-linear-sape/ - mas replicamos pouco esta informação, estando agora praticamente sem notícias de como está a área. Sugestão de colocação deste link no site da Rede no Facebook e compartilhamento em outros grupos e nas páginas pessoais.
·         Questão do Centro Temporário de Acolhimento – O Centro foi inaugurado em área próxima ao Parque Raposo Tavares e, embora tenhamos solicitado também neste caso maiores informações à Prefeitura Regional, não só nossa solicitação não foi atendida como também houve desqualificação de fala em nome da Rede Butantã em reunião com o P.R. Posteriormente recebemos servidores da Assistência Social que esclareceram a situação inclusive apontando que havia reivindicação deste serviço nas Conferências Regionais de Assistência Social. O questionamento feito pela Rede Butantã com relação a implantação deste serviço foi direcionado a preocupação em como esta implantação foi feita e ao atendimento que está sendo dado aos atendidos. Infelizmente e estranhamente os dois funcionários que se prontificaram a dar informações e estar mais próximos à população para o esclarecimento destas questões foram afastados: um exonerado e outro transferido. O que se tem observado é a inexistência de vinculação do serviço com a região e dificuldade em participar do atendimento aos usuários deste serviço.
·         Questões de Mobilidade – O GT Mobilidade da Rede Butantã, que desde 2014 tem discutido e procurado se posicionar com relação aos problemas de Mobilidade inclusive apresentando documento a Prefeitura tanto na gestão municipal anterior como nesta - http://redebutanta.blogspot.com.br/p/gt-mobilidade-2014.html - deve participar do Seminário promovido pela Folha de São Paulo no dia 22 de janeiro, apresentando especialmente a preocupação com a falta de espaço para participação da população  e dos usuários em questões como a licitação de linhas de ônibus. Estas questões tem aparecido em nossa região com a ameaça do corte de linhas, com proposta de traçado para a Viela da Paz sem nenhuma consulta a participação popular e também com problemas com ponto de parada na Praça Elis Regina e ausência de avanços na implantação de faixa de ônibus na Raposo Tavares.
·         Participação na Luta em defesa do Hospital Universitário, organizada e fortalecida pelo Movimento Butantã na Luta, grupo bastante forte e respaldado.
·          Ponto de Economia Solidária do Butantã – Recebeu nossa reunião prontamente e tem mesmo esta proposta de estar aberto à população e a movimentos populares. Ligado à Saúde este espaço tem como proposta principal garantir condições de trabalho a população em situação de vulnerabilidade e desenvolvê-lo em um processo de auto-gestão. Abriga uma Escola de Formação em Economia Solidária e tem vários projetos em funcionamento. Existe Projeto de Lei da Vereadora Juliana Cardoso propondo a ampliação do número de Pontos como este em São Paulo. O Projeto foi aprovado pela Câmara e aguarda sanção do prefeito.
·         Parque Chácara do Jóquei – Parque conquistado e implantado com grande participação popular que agora passa por momento delicado com processo de concessão em andamento. A área das baias, que foi reformada na gestão passada para ser o Pólo Cultural do Parque está abandonada e correndo o risco de todo o trabalho ser perdido. Às vésperas do Natal o Administrador do Parque foi novamente mudado sem consulta ou comunicação ao Conselho Gestor. Necessidade de garantir a revalidação do DUP da área uma vez que existe risco de desmembramento da área para construção de estação do Metrô.
Atenção: Correção feita pela Carmen (Conselheira do Parque):  “O DUP não será revalidado pois a área já pertence a Municipalidade, a emissão de posse foi dada em outubro de 2014, quanto a questão do Metro, me parece que houve alteração na localização da estação uma quadra abaixo do Parque, porém solicitei informações mais concretas sobre estas informações pelo Sic, pois no site do Metro e da ViaQuatro não existe nenhuma informação”.
·         Situação da Assistência Social – Fórum de Assistência Social do Butantã se fortaleceu e, em contrapartida, esta gestão tem desenvolvido processo de desmonte dos serviços. Santo Américo que tinha vários serviços conveniados deixou todos os equipamentos que administrava.   Sociedade pela Família, que tem trabalho com crianças e adolescentes reconhecido na região está enfrentando concorrência com instituição que não tem atuação na região. Abertura de envelopes na véspera do feriado, no CREAS-Bt.
·         Seminário Violência – Fazer maior parceria com FoCA-Bt que em maio fará programação específica em respeito ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Podemos ampliar a temática e realizar em parceria um seminário sobre o assunto.

Propostas/Encaminhamentos:
·         Definir áreas de atuação para focar atenção: 1. Encontro de Fóruns e Movimentos do Butantã; 2. Fortalecer comunicação e contatos com mídia criando textos e vídeos e  utilizando melhor os espaços da Rede na Internet e buscando divulgação em espaços da mídia; 3. Organizar melhor atuação e cotidiano da Rede Butantã.
·         Criação de 3 grupos de Trabalho (GT) para dar andamento a essas questões: 1. GT Gestão do Cotidiano – organização da agenda de reuniões; espaços para encontros; animação da rede virtual; papelaria; contatos; chamada de participantes; 2. GT Grande Encontro – Organizar este encontro ainda no primeiro semestre fazendo levantamento de Redes, Fóruns, Coletivos, Conselho e Movimentos Sociais e organizando a dinâmica deste dia; 3. GT Comunicação – Textos e vídeos para divulgação e melhor aproveitamento dos espaços virtuais.

Próximas reuniões:
7/fevereiro – 9h00 – Centro Comunitário Cohab Raposo Tavares (Rua Cachoeira Vida Nova, 80 – Distrito raposo Tavares).
Pauta: Apresentação dos Grupos de Trabalho para adesão de participantes; Construção do Reserva Raposo – Impactos na região; Situação do Parque Juliana de Carvalho Torres.
7/março – 9h00 – Paróquia Nossa Sra. de Fátima (Rua Nossa Senhora do Monte Serrat, 316 – Ferreira – Distrito Vila Sonia). Pauta: Concessão de Parques na cidade; Apresentação de propostas dos GTs.
4/abril – 9h00 – ETEC Cepam (Av. Prof. Lineu Prestes, 913 – Cidade Universitária – Distrito Butantã) – Pauta: Encontro de Fóruns (Verificar possibilidade de participação do Márcio Rufino e Solange Sanchez para apresentação dos livros e de falas sobre o Butantã).
2/maio – 9h00 – Fechar local de realização, preferencialmente no distrito Rio Pequeno ou Morumbi (verificar possibilidade de ser no Centro Social Santo Dias, que atende adolescentes em cumprimento de medidas sócio-educativas). Tema: Semana de combate à violência.

ATENÇÃO: 2018 é ano de Copa do Mundo e Eleições. Ficar atentos as datas mais adequadas para reuniões e a continuidade de atuação.

Informes:
20/fevereiro – 19h00 – Parque Chácara do Jóquei – Reunião do Conselho Gestor do Parque.

22/fevereiro – 19h00 – Prefeitura Regional – Reunião Conselho Participativo do Butantã.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Memória reunião dezembro/2017

Reunião 06.Dezembro.2017 – CRESAN-Butantã (Rua Nella Murari Rosa, 40)

A reunião teve a participação de 11 (onze) pessoas, e com este grupo menor do que o habitual, optamos por também fazer a organização da reunião de forma mais “solta” e já na apresentação dos presentes fomos levantando temas de debate, informes e procurando colocar ideias e encaminhamentos para 2018 ou ainda para este finalzinho de ano.

O registro da reunião foi feito da mesma forma, e expõe abaixo separando conforme o tema ou a ordem em que foram levantados:

Previdência - A partir do relato de participante que está com dificuldades para agilizar sua aposentadoria (demora de documento atestando período de trabalho no serviço público estadual) embora preencha os requisitos para aposentadoria, levou a conversa sobre a importância de fazermos uma reunião com esta temática e temas correlatos, relativos ao trabalho. Inicialmente pensamos em colocar este tema na primeira reunião do ano, em fevereiro. Depois, optamos por fazer a reunião de fevereiro na Cohab Raposo Tavares que já havia trazido o convite para que a reunião acontecesse lá. Assim, ficou sinalizada a ideia de realizar reunião com esta temática em março, no Ponto de Economia Solidária, convidando a Adriana (Assistente Social do INSS) para fazer uma apresentação sobre aposentadoria e contando com o apoio da equipe do Ponto de EcoSol organizar outras questões relativas ao trabalho. Avaliar também a possibilidade de organizar seminário com data em horário alternativo.

Manutenção de Parques no Butantã – Houve drástica redução de pessoal na manutenção de parques e os contratos para limpeza são bastante precários. A vigilância também está precarizada e especialmente os parques que estão em áreas mais pobres sofrem com pequenos furtos de papel higiênico, torneiras e lâmpadas. Parque Raposo Tavares está sem administrador e o administrador do Parque Previdência está respondendo pelos dois parques. Isto acontece em outros parques da região que compartilham um mesmo administrador: Cemucan e Parque Juliana de Carvalho Torres tem o mesmo administrador. Este acumulo de cargos dificulta acompanhamento mais próximo. Importância do fortalecimento dos Conselhos Gestores de Parques e do acompanhamento pela população. 
Parques do Butantã acabam tendo baixa utilização pela população uma vez que a verba destinada a eles vai para contratos terceirizados de limpeza e segurança (que não funcionam) e não há investimento em programação cultural e educação ambiental. Não existe política pública no sentido de estimular a participação popular e existe um processo de desmonte da coisa pública.
- Situação do Pq. Linear Caxingui – Há liminar suspendendo a construção de prédios, mas esta liminar pode e deverá ser derrubada.
- Parque Linear Itararé, na Vila Sonia que não acontece.
- Sugestões: Organizar ato público denunciando a situação dos parques; Retomar a carta 2017 e fazer textos pequenos e mais jornalísticos que facilite a divulgação na mídia; fazer reunião com temática do meio-ambiente no Parque Chácara do Jóquei.

Situação do Parque Linear Sapé – Plantão Social
O Parque Linear do Sapé foi o primeiro parque linear de São Paulo, realizado com verba compensatória ambiental. O processo foi iniciado com o Subprefeito Maurício Pinterich, ainda na gestão do Prefeito Gilberto Kassab. O processo deste Parque Linear foi muito exitoso, propiciou a construção de prédios populares para as famílias q eu viviam em barracos à beira do Córrego, que era um verdadeiro esgoto a céu aberto. Este córrego, com participação da Sabesp e, especialmente, da população que fez inúmeros mutirões de limpeza e de conscientização da importância de tornar este córrego um exemplo da possibilidade de recuperação de águas limpas.
Existe hoje na área do Sapé um terreno grande, pertencente à Secretaria de Habitação e que deverá ser destinado a construção de prédios populares que abrigarão famílias cadastradas que estão em outros espaços recebendo aluguel social. Neste terreno existe uma construção onde funcionou até recentemente o Plantão Social da Secretaria de Habitação. A importância da manutenção deste espaço gerou documento da Rede Butantã solicitando à Prefeitura Regional que intercedesse junto aos órgãos pertinentes para que este espaço seja preservado e que se evite assim uma nova onda de ocupações e a consequente perda do espaço de convívio e também das condições ambientais.
Infelizmente, o espaço tem estado abandonado e a ocupação é iminente.
Soubemos também que o Prefeito Regional fez pronunciamento dizendo que solicitações da Rede Butantã não serão realizadas. Devemos tomar alguma atitude com relação a isto? A interpretação de politização da Rede como partidarização da Rede é equivocada e maldosa. Pior é responder a demandas da população de forma negativa porque foram encaminhadas pela Rede Butantã.
Sugestão: Comparecer a reunião realizada pelo Prefeito Regional com as várias áreas do Governo Local para falar da situação do Sapé. Levando em conta esta animosidade do P.R. com a Rede Butantã, achamos que não seria interessante forçar participação já sabendo que não seremos bem recebidos (outras situações de desrespeito e não escuta já aconteceram).
Sobre esta reunião promovida pelo Prefeito Regional comentamos também que embora ela de fato seja importante para a comunicação entre os vários atores de diversas áreas, a informalidade também representa muitas vezes falta de compromisso. Importância da burocracia é justamente para que se registrem compromissos e se tenha condições de cobrá-los.
Mais uma vez pontuamos também a falta de espaço de participação do Conselho Participativo, que não é convidado a participar de nenhuma das reuniões chamadas pelo Prefeito Regional.
Resgatar e divulgar em espaços possíveis, textos e vídeos sobre o Sapé:

Situação do HU – Apesar dos vários atos que tem sido chamados pelo Coletivo Butantã na Luta e pelos estudantes da Medicina e Enfermagem da USP, q eu estão em greve já há 20 dias, a reitoria da USP manteve em reunião do Conselho Universitário a posição de não contratação em 2018. Isto agrava a cada dia as condições do Hospital Universitário, que é o único hospital da região do Butantã. A Rede Butantã fez faixa de apoio a luta pela manutenção do Hospital e tem participado dos atos e manifestações (Próxima manifestação: 7 de dezembro – Passeata na Vital Brasil).

Violência/Segurança – Novamente conversamos sobre a importância de organizarmos o GT Violência e organizar seminário que qualifique a discussão do tema. Mais uma vez conversamos sobre a participação em reuniões dos Consegs da região e consideramos a questão polêmica uma vez que existe pouca escuta nestes conselhos e o discurso é com frequência divergente do que propomos nesta rede,  com defesa de direitos humanos. Por outro lado, consideramos que a omissão também não contribui e retomamos a ideia de fazer acontecer em 2018 tanto o GT Violência como um grande seminário que contribua para a reflexão sobre o tema de forma qualificada.

Eleições para o Conselho Participativo – Problemas básicos no processo eleitoral – falta de informação, ausência de lista de presença, boca de urna, apuração sem fiscalização – dão motivos de sobra para a impugnação destas eleições, no entanto, a questão é se impugnando as eleições a prefeitura não se aproveitará disto para acabar de vez com o Conselho Municipal. O Conselho Participativo do Butantã não recebeu da P.R. resposta a nenhuma das reivindicações e/ou questionamentos enviados e o interlocutor (Mário Pecoraro) participa das reuniões mais como espião e investigador do que como interlocutor. Resultado das eleições deve ser divulgado ainda neste ano.

Cresan-Bt – Primeiro Centro de Referência Alimentar e Nutricional de São Paulo. Hoje existe mais um na Vila Maria. A luta por este espaço e a existência deste Centro se deve a forte mobilização de atores do Butantã, inclusive a Rede Butantã que com o Instituto Pólis fez a reivindicação e cobrança junto ao poder público para que se concretizasse. O Cresan tem várias iniciativas com a população do entorno, tem uma horta bastante grande e produtiva, estimula a formação de cooperativas. Conselho Gestor atuante.
O território – O Cresan fica ao lado de uma das entradas do Parque Raposo Tavares, bastante próximo ao Centro de Reciclagem da Cooperativa Vira Lata, que recebe material de outras regiões e não do Butantã (questão de logística das coletadoras de recicláveis que tem uma distribuição não obrigatoriamente com lógica geográfica). O Centro de Abrigamento Provisório (CTA) também está bastante próximo e passamos em frente ao ir para a reunião. Reavaliamos a ideia de fazer a visita neste mesmo dia porque sentimos por parte da segurança  do local um certo cuidado em deixar alguém entrar. Reavaliamos e consideramos importante marcar com a SAS esta visita, até mesmo em respeito aos abrigados, para não sermos invasivos. O Cresan fica bastante próximo também do Shopping Raposo e dos prédios que o cercam e também da Favela Jd. Jaqueline, que é o público mais próximo do Cresan (Em uma pesquisa rápida no Google encontrei uma dissertação de mestrado publicada em PDF sobre o Jardim Jaqueline. Me pareceu interessante e por isso deixo o link aqui: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-04022014-104858/pt-br.php  ).

Encaminhamentos, ideias para 2018:
1.      Fazer reunião de organização em janeiro. Chamar pelo grupo os interessados em se envolver mais com a organização da Rede Butantã. Nesta reunião organizar proposta de calendário e atividades para 2018 para apresentar na reunião de fevereiro;
2.      Fazer os encontros por distrito, como fizemos em 2016. Contribuem para fortalecer a participação da população, podem ajudar a aproximar grupos e ajudam na atualização da carta da Rede;
3.      Organização de seminários temáticos conforme possibilidades e demandas;
4.      Organizar atos da população para reivindicar ações em questões como o Sapé;
5.      Mobilizar mais jovens;
6.      Fortalecer interlocução com imprensa (mídia alternativa e grande imprensa);
7.      Participar mais de discussões em redes sociais – posicionamentos mais firmes e intensos.
8.      Organizar lançamento de livros, apresentação do POP.


Próxima reunião: 7 de fevereiro – Centro Comunitário Cohab Raposo Tavares

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Reunião de dezembro

A reunião de dezembro da Rede Butantã acontecerá no dia 6 de dezembro, quarta-feira, às 9h00, no Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional (CRESAN), que fica na Rua Nella Murari Rosa, 40, no Parque Raposo Tavares. Nesta ultima reunião do ano será feito balanço do ano e planejamento de atividades e temáticas para 2018. Participe e divulgue!

Memória Novembro

Reunião Rede Butantã – 01/novembro/2017
Salão Multiuso do Santuário da Santa Cruz da Reconciliação
Rua José Rubens, nº 15. Caxingui
Participantes: 27 pessoas assinaram a lista de presença.

Apresentação do espaço:
O Santuário da Santa Cruz da Reconciliação é vinculada aos Combonianos, missionários, com atividades na África, e no Brasil junto aos indígenas e nas periferias das cidades. O Pároco é o Padre Florêncio. Existe grupo de Terceira Idade que se reúne todas as quintas-feiras.

Apresentação dos participantes e informes:
- Mostra de Cultura na Casa de Cultura do Butantã começa no dia 1º de dezembro. Acompanhar programação pelo Facebook: https://www.facebook.com/pg/ccbutanta/events/?ref=page_internal

Centro de Acolhimento Temporário (Cláudio Cassas)
Atendendo o convite da Rede Butantã para esclarecimentos de como está acontecendo a implantação do Centro de Acolhimento para moradores de rua, Cláudio, de SMADS, deu as seguintes informações: Embora tenha existido um processo bastante conturbado na criação deste espaço e oferta do serviço, esta era uma reivindicação já antiga das conferências de assistência social do Butantã. A administração do CTA está a cargo da CROPH (Coordenação Regional das Obras de Promoção Humana - https://www.croph.com.br/institucional). Tem equipe com gerente, 3 assistentes sociais, educadores e psicólogos, sob supervisão do CREAS.
O Centro tem capacidade de acolhimento de 200 pessoas e, embora não tenha problemas de lotação, tem tido maior procura “de porta” do que o esperado e/ou previsto.
As dificuldades do Centro são decorrentes da pressa com que foi construído e instalado, então, a cozinha não está funcionando (refeições são oferecidas por quentinha); Caixa d´agua de apenas 4 mil litros (insuficientes); Fossa séptica; engenheira contratada foi demitida.
Encaminhamentos: Comissão da Rede Butantã (Cacildo, João, Marcia e Martha) deve fazer visita ao local para ver melhor a situação, conversando com usuários do serviço. Retomar a carta já enviada no início do ano e que não recebeu resposta da Subprefeitura.

Situação do Hospital Universitário (Coletivo Butantã na Luta)
Desmonte do Hospital com a saída de muitos funcionários (médicos, enfermeiros, pessoal administrativo e da saúde) com o Plano de Demissão Voluntária da USP. A situação que já não era boa de funcionamento se agravou. Apesar de o reitor da USP (Marco Antonio Zago) ser médico, não vê necessidade de um Hospital Escola ou de Centros de Saúde-Escola (Paula Souza, em Pinheiros e o CSE-Butantã também estão sofrendo com as medidas desta gestão da USP).
Coletivo Butantã na Luta, organizado para agir na situação de desmonte do HU, tem realizado reuniões informativas, debates, palestras, rodas de conversa na rua com coleta de assinaturas no abaixo-assinado, que já tem mais de 10 mil assinaturas. Está em organização “Abraço ao HU” no dia 24 de novembro, com concentração às 10h00 no Portão 3 da USP (Corifeu de Azevedo Marques, em frente a Drogasil) e passeata até o HU.
Encaminhamentos: Rede Butantã irá com faixa de apoio no dia 24 de novembro. Avaliar importância e condições de fazer carta ao Reitor falando da importância do HU para a população do Butantã. Comissão: Viviana, Maria Silvia e Cacildo.
Observação importante sobre saúde: Encaminhamentos de Saúde para crianças e adolescentes, feitos pela escola ficaram comprometidos uma vez que um novo sistema está sendo implantado em que a marcação de consultas deve ser feita por aplicativo, em aparelho celular vinculado ao número SUS. Sendo assim, cada pessoa só pode marcar consultas para si mesmo, inviabilizando a atuação e colaboração de outras pessoas.
Parque Linear Caxingui (Ana Aragão e Sérgio Reze)
Verticalização da Francisco Morato, atendendo interesses da Construção civil atingiu parte da área do Parque Linear Caxingui, com 36 mil metros liberados pela SVMA para construção de 5 torres de 20 andares – ZEIS 5 (interesse social com maior renda e que não atende demanda das camadas mais pobres da população, que estão vivendo em áreas de vulnerabilidade e risco). Existem 5 nascentes na área e uma delas já foi concretada. Existe Movimento em Defesa do Parque desde 2005, quando foi feita a primeira proposta de criação do Parque.
Encaminhamentos e sugestões: O Santuário está muito próximo ao Parque Linear Caxingui, então houve manifestação dos participantes com a intenção de colocar na entrada da igreja faixa com apoio a criação e manutenção do Parque Linear Caxingui. Como na reunião contamos também com a presença de várias senhoras de cabelos brancos mas muito fortes e ativas, foi sugerido um movimento ou manifestação de “Avós em Luta”. Lembramos de como no “Movimento Rodoviária Vila Sonia, não!” a participação de pessoas já de idade era uma lição de animo, coragem e luta. Fazer documento historiando a luta pelo Parque. Divulgar o site do Movimento: https://www.facebook.com/parquelinearcaxingui/
Comissão: Portela, Ana Aragão, Sérgio, Solange e Valdete.

Próxima reunião: 6 de dezembro de 2017 – 9h00 – Cresan-Butantã – Rua Nella Murari Rosa, 40.

Organizar agenda de 2018. Lançamento de livros na primeira reunião do ano, com mesa de exposição.

Memória reunião de outubro/2017



Reunião Rede Butantã – 04/outubro/2017

Auditório Parque da Previdência

Rua Pedro Peccinini, 88

Participantes: 44 pessoas, sendo que 27 delas são alunos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, trazidas à reunião da Rede Butantã pelo Prof. Márcio Rufino.

Apresentação do espaço (Solange Sanchez):

O núcleo de Educação Ambiental do Parque Previdência completa em 2017, trinta anos de atuação. Inicialmente denominado Centro de Educação Ambiental-CEA, foi o primeiro a ser implantado na cidade de São Paulo, em um prédio que abrigou uma estação de tratamento de água, hoje desativada.

Em 2009, a Secretaria do Verde e Meio Ambiente-SVMA passou por uma ampla reestruturação, tendo sido criado o Departamento de Gestão Descentralizada-DGD, responsável por coordenar núcleos técnicos implantados em diferentes regiões da cidade, contemplando ações de educação ambiental, fiscalização e biodiversidade. Nesse momento, o CEA Previdência tornou-se o núcleo de Educação Ambiental da Divisão de Gestão Descentralizada Centro-Oeste 1-DGD/CO1, tendo como área de abrangência as prefeituras regionais de Butantã, Pinheiros e Lapa.

O núcleo é formado por profissionais de diversas áreas e desenvolve atividades junto à população com base em sua realidade e demandas, atuando no planejamento, implantação e acompanhamento de projetos de educação ambiental, participando de fóruns e grupos de trabalho que contribuem para a formulação de políticas públicas voltadas para questões socioambientais, de segurança alimentar e nutricional e de políticas de desenvolvimento urbano com ênfase na sustentabilidade.

Outras informações podem ser encontradas em:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/nucleos_de_gestao/index.php?p=5497


Apresentação do grupo de estudantes da UFRRJ e da proposta de trabalho da disciplina e da visita à São Paulo (Márcio Rufino).


Avaliação e Planejamento Rede Butantã – Os participantes da reunião foram convidados a apresentar realizações da Rede Butantã, sem preocupação com ordem cronológica ou importância. A partir daí levantamos também dificuldades e temas a trabalhar.


Realizações:

1. Luta contra a Operação Consorciada Vila Sonia;

2. Processo de aprendizagem social – Participação da população na elaboração do Plano Diretor;

3. Luta Rodoviária Vila Sonia não! Rede contribui para mobilização e divulgação da reivindicação;

4. Parque Chácara do Joquei – Planejamento com participação da população;

5. Butantã – Localização prepara ambiente;

6. Conselho Participativo;

7. Fortalecimento de Movimentos (Reconhecimento do nome da Rede Butantã);

8. Importância das reuniões presenciais – Olho no olho, troca de informações e acolhimento de ideias e sentimentos;

9. Documentos de apoio assinados pela Rede Butantã;

10. Parque da Fonte (Processo de desapropriação em andamento);

11. Dificuldade de relacionamento com a gestão municipal atual – Perda da borda da Cantareira (retomar);

12. Fortalecimento da ação individual;

13. Formação do GT Violência (*)

14. Paulo Freire/Escola sem partido (*)

15. Ponto de Economia Solidária;

16. Volta Azulzinho/ Movimento Faixa na Raposo/ GT Mobilidade da Rede Butantã

17. Nascentes/Parques Lineares

18. Movimentos Culturais;

19. Desenvolvimento das pessoas (Exercício da democracia participativa);

20. CAPS-Infantil/Conselho Tutelar

21. Cresan

22. Pq. Juliana de Carvalho Torres;

23. Formação de outros fóruns e grupos;

24. Interlocução com Universidade

25. HU/CSE Paula Souza (*)

26. PDUI – Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (*)



Expectativas/Desafios



1. GT Violência – Realizar seminário que qualifique a discussão. Avançar na ideia de participar dos Conselhos de Segurança da região. Fazer isto de forma organizada e levando posição da Rede Butantã. Reunião do Conseg Butantã acontece na primeira quarta-feira às 19h00 na Igreja São Patrício. Fazer levantamento dos outros Consegs e das datas e horários de reunião;

2. Saúde – Situação de desmonte do HU/CSE-Butantã e Paula Souza, ligados à USP. Coletivo Butantã na Luta está passando abaixo-assinado. Tinhamos cópias deste abaixo-assinado na reunião;

3. Compreender melhor projeto de Estado, aprofundando discussão para entender interesses;

4. CTA inaugurado no Parque Raposo Tavares tem denúncias de estar atuando como projeto higienista com ônibus trazendo moradores de rua de vários pontos. Denúncias da má qualidade da alimentação oferecida. Como acompanhar melhor este projeto? Chamar novamente a equipe de SAS-Bt (Alessandra);

5. Denúncia de assédio a servidores públicos na Prefeitura Regional do Butantã;

6. Atraso no pagamento a conveniadas e corte de verbas na Assistência Social;

7. Circulação de informações – Responsabilidade de cada um em fazer circular as informações para todos;

8. Rede de proteção civil – Construir coisas que não dependam do estado. Reflexão para fortalecimento de ações e movimentos independentes;

9. Educação – Plano Regional no Butantã;

10. Organização de registros da RB;

11. Trazer especialistas em cada reunião para qualificar temas.



Encaminhamentos:



1. Marcar reunião presencial do GT Violência – Ampliar grupo;

2. Amadurecer ideia de participação em reuniões dos Conselhos de Segurança;

3. Divulgar e promover realização de oficinas do Governo Aberto (não perder oportunidade);

4. Marcar reunião com André Leirner para apresentação do POP – Aplicativo para coleta de reivindicações da população;

5. Oportunidade de discussão sobre Previdência Social e Reforma proposta. Participação do INSS Butantã na reunião (Adriana);

6. Fazer festa de lançamento de livros (Márcio Rufino e Solange Sanchez) em próxima reunião – Pensar em horário alternativo e espaço que favoreça rápida apresentação dos trabalhos e conversa com autores (Casa de Cultura? Fazer em novembro ou dezembro?)


Próxima reunião:

1º de novembro – quarta-feira – 9h00 às 12h00

Salão do Santuário da Santa Cruz da Reconciliação

Rua José Rubens, 15 – Caxingui



Construir pauta no grupo virtual

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Rede Butantã em Novembro

Na quarta-feira, dia 1º de novembro, a Rede Butantã se reúne no Salão Multiuso do Santuário da Santa Cruz da Reconciliação (Rua José Rubens, 15 - Caxingui), das 9h00 às 12h00. Nesta reunião serão abordadas questões relativas ao Butantã que tem sido apontadas no grupo virtual e nos diversos fóruns, redes, conselhos e coletivos da região: A situação do Hospital Universitário (Coletivo Butantã na Luta); Parque Linear Caxingui; Situação do Centro de Abrigamento Provisório do Parque Raposo Tavares; Eleições do Conselho Participativo Municipal, entre outras questões. Como sempre a reunião da Rede Butantã é aberta a todos(as) os/as interessados(as), sem necessidade de inscrição. Participe!